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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Pensamento do dia:





Vamos amar o nosso próximo como Jesus nos ensinou; para que todos os dias seja Natal!

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Controlando o pensamento...







Você já parou para pensar sobre o poder da mente? 


E que o pensamento é energia, e essa energia atinge os outros? 


Se você não acredita nisso, basta verificar a telepatia, que é transmissão de pensamento de uma pessoa para outra, fato já comprovado pela pesquisa científica. 


E quando dizemos que o ambiente está "carregado", "pesado"? 


Carregado e pesado do quê? 


Das energias negativas transmitidas pelos pensamentos em desalinho das pessoas que fazem aquele ambiente. 


Então, por tudo isso, devemos tomar cuidado com os nossos pensamentos.

*

Esse cuidado é tão importante, que Jesus recomendou: "Vigiai e orai". 


A vigilância do pensamento em primeiro lugar, isso porque, sabedor da realidade imortal da vida, antecipava a grave questão da ideoplastia, que o Espiritismo estuda, ou seja, um pensamento fixo em determinada coisa gera automaticamente uma forma-pensamento, atraindo para nós as companhias espirituais correspondentes.

                                                           *

Em outras palavras, se pensamos coisas ruins, esses pensamentos, que são energias mentais, formam na dimensão espiritual formas e forças correspondentes, por isso a necessidade de pensarmos coisas boas, para criarmos mentalmente formas-pensamento positivas, atraindo para nós a companhia dos bons espíritos.

                                                            *

Antes de tomar uma decisão, ou de agir impulsivamente, pare, pense, reflita. 


Não saia simplesmente falando e fazendo, para não ter depois de se arrepender amargamente pelas consequências ruins disso.

                                                           *

O mundo está repleto de pessoas que não medem as consequências do que pensam, falam e fazem, mas em contato com o Espiritismo, não podemos mais agir desse modo, pois, perante a lei divina, somos responsáveis por nós mesmos, arcando com as consequências do que pensamos, falamos e fazemos. 


Lembremos que "a cada um será dado segundo as suas obras", já aqui na Terra e depois, no retorno à pátria espiritual. 


Então, controlemos os pensamentos, para que eles gerem boas coisas para nós e para os outros.




Gerson Simões Monteiro - Presidente da Fundação Cristã-Espírita Cultural Paulo de Tarso    gerson@radioriodejaneiro.am.br

Um conto de Natal...


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 A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se houvesse esquecido.
Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando a competição acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio, na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
*   *   *
O verdadeiro espírito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exercício da nossa capacidade maior de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lançada há mais de dois mil anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Redação do Momento Espírita, a partir de história de
autor desconhecido.

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Conto de Natal...


A noite é quase gelada...
Contudo, Mariazinha
É a menina de outras noites
Que treme, tosse e caminha...
Guizos longe, guizos perto...
É Natal de paz e amor.
Há muitas vozes cantando:
“Louvado seja o Senhor!”
A rua parece nova
Qual jardim que floresceu.
Cada vitrine enfeitada
Repete: “Jesus nasceu!”
Descalça, vestido roto,
Mariazinha lá vai...
Sozinha, sem mãe que a beije,
Menina triste, sem pai.
Aqui e ali, pede um pão...
Está faminta e doente.
-“Vadia, saia depressa!”
É o grito de muita gente.
-“Menina ladra! outros dizem.
-“Fuja daqui, pata feia!
Toda criança perdida
Deve dormir na cadeia.”
Mariazinha tem fome
E chora, sentindo em tormo
O vento que traz o aroma
Do pão aquecido ao forno.
Abatida, fatigada,
Depois de percurso enorme,
Estira-se na calçada...
Tenta o sono mais não dorme.
Nisso, um moço calmo e belo
Surge e fala, doce e brando:
- Mariazinha, você
Está dormindo ou pensando?
A pequenina responde,
Erguendo os bracinhos nus:
- Hoje é dia de Natal,
Estou pensando em Jesus.
- Não recorda mais alguém?
E ela, a chorar, disse: -Eu
Penso também com saudade,
Em minha mãe que morreu...
- Se Jesus aparecesse,
Que é que você queria?
- Queria que ele me desse
Um bolo da padaria...
Depois de comer, então
- E a pobre sorriu contente
Queria um par de sapatos
E uma blusa grande e quente...
Depois... queria uma casa,
Assim como todos têm...
Depois de tudo... eu queria
Uma boneca também...
- Pois saiba Mariazinha,
Eu lhe digo que assim seja!
Você hoje terá tudo
Aquilo que mais deseja.
- Mas, o senhor quem é mesmo?
E ele afirma, olhos em luz:
- Sou seu amigo de sempre,
Minha filha, eu sou Jesus!...
Mariazinha, encantada,
Tonta de imensa alegria,
Pôs a cabeça cansada
Nos braços que ele estendia...
E dormiu, vendo-se outra,
Em santo deslumbramento,
Aconchegada a Jesus
Na glória do firmamento.
No outro dia, muito cedo,
Quando o lojista abre a porta,
Um corpo caiu de leve...
A menina estava morta.
Pelo Espírito Francisca Clotilde
Francisco Cândido Xavier. Antologia Mediúnica do Natal. Espíritos Diversos. FEB.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O grande doador...






Ele não era médico e levantou paralíticos e restaurou leprosos, usando o divino poder do amor.


Não era advogado e elegeu-se o supremo defensor de todos os injustiçados do mundo.


Não possuía fazendas e estabeleceu novo reino na Terra.


Não improvisava festas e consolou os tristes e reergueu o bom ânimo das almas desesperadas.


Não era professor consagrado e fez-se o Mestre da Evolução e do Aprimoramento da Humanidade.


Não era Doutor da Lei e criou a universidade sublime do bem para todos os
espíritos de boa vontade.


Padecendo amarguras – reconfortou a muitos.


Tolerando aflições – semeou a fé e a coragem.


Ferido – curou as chagas morais do povo.


Supliciado – expediu a mensagem do perdão e do amor, em todas as direções.


Esquecido pelos mais amados – ensinou a fraternidade e o reconhecimento.


Vencido na cruz – revelou a vitória da vida eterna em plena e gloriosa ressurreição, renovando os destinos das nações e santificando o caminho dos
povos.


Ele não era, portanto, rico e engrandeceu os celeiros dos séculos.


Quem oferecer, assim, o coração, em homenagem ao Divino Amor na Terra,
poderá, desse modo, no exemplo de Jesus, embora anônimo, aflito, apagado ou crucificado, atender à santificada colaboração com Deus, a benefício da
Humanidade.


 Francisco Cândido Xavier,  pelo Espírito Meimei
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Uma história de Natal.Lindo filme! Completo e dublado...


Vídeo: Família e Religião



Maravilhosa palestra com Mauricio Zomignani