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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Palestra: As diferenças



Maravilhosa palestra com Mauricio Zomignani...
Vale a pena assistir!!!

Pensamento do dia:

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpkKBgeFjRMlFhnf46dy53Ob5NRPCy23VHwRx9heJXpmeu5Stv9pZuLPSH_AhO_0SSK1efBvClIx5KJTK7Dm8oTUSyWsFf21K7N_IebYXf-ykRDUM_H7ONtNMflskxe6zdf9DLfuWihie8/s1600/cachoeira_animada.gif


Quando o medo bater em sua porta, responda com fé...
(Desconhecemos a autoria)

Fonte da imagem: Internet Google

Perante os parentes...




“Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel.” — Paulo. (I TIMÓTEO 5:8.)

Desempenhar todos os justos deveres para com aqueles que lhe comungam as teias da consanguinidade.

Os parentes são os marcos vivos das primeiras grandes responsabilidades do Espírito encarnado.

Intensificar os recursos de afeto, compreensão e boa-vontade para os afins mais próximos que não lhe compreendam os ideais.

O lar constitui cadinho redentor das almas endividadas.

Dilatar os laços da estima além do círculo da parentela.

A humanidade é a nossa grande família.

Acima de todas as injunções e contingências de cada dia, conservar a fidelidade aos preceitos espíritas cristãos, sendo cônjuge generoso e melhor pai, filho dedicado e companheiro benevolente.

Cada semelhante nosso é degrau de acesso à Vida Superior, se soubermos recebê-lo por verdadeiro irmão.

Melhorar, sem desânimo, os contatos diretos e indiretos com os pais, irmãos, tios, primos e demais parentes, nas lides do mundo, para que a Lei não venha a cobrar-lhe novas e mais enérgicas experiências em encarnações próximas.

O cumprimento do dever, criado por nós mesmos, é lei do mundo interior a que não poderemos fugir.

Imprimir em cada tarefa diária os sinais indeléveis da fé que nutre a vida, iniciando todas as boas obras no âmbito estreito da parentela corpórea.

Temos, na família consangüínea, o teste permanente de nossas relações com a Humanidade.

André Luiz
(Conduta Espírita) 
 
Fonte da imagem: Internet Google

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O benfeitor anônimo...

Não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita. As palavras do Mestre de Nazaré foram colhidas pelo Apóstolo Mateus e inseridas no capítulo sexto do seu Evangelho.
Certamente seguindo este especial ensinamento, é que aquele homem, muito rico, distribuía benefícios.
Primava pelo anonimato. Certa vez, chegando em uma pequena cidade, a negócios, entrou em uma lanchonete para um rápido lanche.
Observou que entre os garotos que brincavam na rua, um mancava por causa de um dos pés deformado.
Chamando-o, lhe perguntou se o pé o incomodava, ao que o menino respondeu que não podia correr, como os demais.
Também falou que precisava cortar um pedaço do sapato para poder pisar melhor.
Você gostaria de ter seu pé curado? – Perguntou o homem.
É claro! Respondeu o garoto, com os olhos brilhando.
Pois eu vou providenciar que seu pé fique normal. – Prometeu o estranho.
Em seguida, pediu ao seu motorista que descobrisse o endereço do menino Jimmy, de oito anos.
Depois, que falasse com os seus pais, conseguindo autorização para a realização da cirurgia.
Não foi tarefa difícil ao empregado, pois todos conheciam o garoto do pé defeituoso.
Ele encontrou uma casa muito pobre, com vestidos remendados e algumas camisas velhas no varal.
Foi preciso conversar muito para convencer os pais que tudo não passava de armação.
Afinal, disse a mãe, ninguém dá nada de graça.
Mas o meu patrão, afirmou o motorista, costuma fazer isso sempre.
Jimmy foi para uma clínica especializada e submeteu-se a cinco cirurgias. Tornou-se o xodó da enfermagem.
O fiel motorista acompanhou tudo, a pedido de seu empregador, providenciando o que fosse preciso.
Finalmente, chegou o dia de voltar para casa. Sapatos novos foram providenciados.
Jimmy não cabia em si de contentamento e ansiedade.
Quando o luxuoso carro parou na porta da sua casa, ele disse:
Espere! Quero entrar sozinho.
Os pais e os irmãos vieram à porta. E um menino de pés sem defeitos, calçando sapatos novos, desceu do automóvel e andou, sorridente, de braços abertos, ao encontro deles.
Naquele Natal, o empresário ainda providenciou que toda a família fosse levada a uma grande loja da cidade, para que cada um deles escolhesse um par de sapatos.
Jimmy se tornou um bem sucedido homem de negócios, e jamais soube o nome do seu benfeitor.
Tudo porque seu benfeitor, Henry Ford, pioneiro da indústria automobilística americana, sempre dizia que é mais divertido fazer algo pelas pessoas quando elas não sabem quem lhes fez o bem.
*   *   *
Fazer o bem sem ostentação é grande mérito. Mais meritório ainda é ocultar a mão que dá.
É mesmo marca de grande superioridade moral, porque renuncia à satisfação do aplauso dos homens.
Os que assim agem, provam sua real modéstia e se enquadram exatamente no ensino evangélico: Não saber a mão esquerda o que dá a mão direita.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. O benfeitor secreto,
 do livro Histórias para aquecer o coração dos pais, de Jack Canfield,
 Mark Victor Hansen, Jeff Aubery, Mark & Chrissy Donnelly,
ed. Sextante e no cap. XIII, item 3, de
O Evangelho segundo o Espiritismo,
 de Allan Kardec, ed. FEB


Fonte da imagem: Internet Google

Preocupações...

 
 
Não se aflija por antecipação, porquanto é possível que a vida resolva o seu problema, ainda hoje, sem qualquer esforço de sua parte.

Não é a preocupação que aniquila a pessoa e sim a preocupação em virtude da preocupação.
 
Antes das suas dificuldades de agora, você já faceou inúmeras outras e já se livrou de todas elas, com o auxílio invisível de Deus.

Uma pessoa ocupada em servir nunca dispõe de tempo para lembrar injúria ou ingratidão.

Disse um notável filósofo: "uma criatura irritada está sempre cheia de veneno", e podemos acrescentar: "e de enfermidade também".
 
Trabalhe antes, durante e depois de qualquer crise e o trabalho garantirá sua paz.

Conte as bênçãos que lhe enriquecem a vida, em anotando os males que porventura lhe visitem o coração, para reconhecer o saldo imenso de vantagens a seu favor. 
Geralmente, o mal é o bem mal-interpretado.

Em qualquer fracasso, compreenda que se você pode trabalhar, pode igualmente servir, e quem pode servir carrega consigo um tesouro nas mãos.

Por maior lhe seja o fardo do sofrimento, lembre-se de que Deus, que aguentou você ontem, agüentará também hoje.
 
Francisco Cândido pelo Espírito  André Luiz. Livro Sinal Verde, Cap. 25, CEC.
Fonte da imagem: Internet Google
 
 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Conversando com Jesus...





Posso tudo naquele
que me fortalece.
(Paulo, Filipenses 4:13)

Confia em Jesus.
Há dias em que se sente desmotivado.
Como reagir diante de tantos problemas?
Combater o desânimo quando
se está rodeado de dúvidas?
Sim, muitas são as circunstâncias
que lhe preocupam e consequentemente
enfraquecem seu espírito.
E nesse estado, é normal, se sentir
só e perdido. Todavia, Alguém não lhe
esqueceu!

Jesus continua a caminhar ao seu
lado. O Mestre sabe das suas necessidades
e jamais lhe deixará desamparado.
Tende fé! Confia em Jesus!
Ao invés de prosseguir abatido,
abre seu coração, conversa com Jesus e
principalmente sente o seu amparo.
Tende ânimo! Jesus realmente caminha
ao seu lado.
As dificuldades que lhe afligem
serão vencidas gradativamente.
Não se desespera! Confia na sua
força íntima.
E confia, mais ainda, em Jesus.
É Ele que vem lhe socorrer.
Juntos, sempre vencerão qualquer
batalha.
Confiança!
o CONFIA EM JESUS

Posso tudo naquele
que me fortalece.
(Paulo, Filipenses 4:13)

Confia em Jesus.
Há dias em que se sente desmotivado.
Como reagir diante de tantos problemas?
Combater o desânimo quando
se está rodeado de dúvidas?
Sim, muitas são as circunstâncias
que lhe preocupam e consequentemente
enfraquecem seu espírito.
E nesse estado, é normal, se sentir
só e perdido. Todavia, Alguém não lhe
esqueceu!

Jesus continua a caminhar ao seu
lado. O Mestre sabe das suas necessidades
e jamais lhe deixará desamparado.
Tende fé! Confia em Jesus!
Ao invés de prosseguir abatido,
abre seu coração, conversa com Jesus e
principalmente sente o seu amparo.
Tende ânimo! Jesus realmente caminha
ao seu lado.
As dificuldades que lhe afligem
serão vencidas gradativamente.
Não se desespera! Confia na sua
força íntima.
E confia, mais ainda, em Jesus.
É Ele que vem lhe socorrer.
Juntos, sempre vencerão qualquer
batalha.
Confiança!
Sônia Carvalho
Texto parte do Livro CONFIA EM JESUS
Fonte da imagem: Internet  Google 

Como definir saudade...

Como se pode definir a saudade? Dor da ausência de quem atravessou o umbral da porta e não mais voltou?
De quem se foi, tomado de mágoa, e disse que jamais retornaria?
Dor pela ausência de quem foi abraçado pela morte, depois de uma despedida que nunca aconteceu, porque tudo foi repentino, brusco, inesperado?
O que é isso que dói tanto e quanto mais passa o tempo mais parece machucar?
Segundo o dicionário é a lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las.
É verdade. Sentimos saudades de pessoas e de coisas já vividas, de coisas que já possuímos.
Sentimos saudade da espetacular viagem realizada, em que conhecemos lugares tão pitorescos, em que respiramos ares tão diversos, em que nos deixamos envolver pela sua magia e encantamento.
 
E desejamos, ardentemente, reprisar. Por isso, sonhamos. Sonhamos enquanto dormimos ou de olhos abertos, durante o dia mesmo.
Desejamos retornar àquelas localidades para tornar a sentir as mesmas emoções, que ficaram gravadas em nossa intimidade.
Temos saudades da casa da nossa infância, onde fomos felizes. A casa com o terreno tão grande, cheio de árvores, que nos conheceram muito bem.
Afinal, subíamos nelas todos os dias, fossem dias escolares ou de férias.
Quantas frutas saboreamos no pé de ameixa, de caqui, sem mesmo nos darmos ao luxo de lavá-las.
Eram nossas, do nosso quintal, portanto, no nosso entender de crianças peraltas, estavam limpas. E eram tão saborosas!
 
A saudade nos traz a vontade de tornar a encontrar aqueles sabores, tão peculiares, diferentes das frutas que adquirimos no mercado.
Saudade é algo estranho. Ela nos lembra de pessoas, de momentos, de fatos que desejamos se reprisem.
Nostalgia. A alma sente vontade de sentir de novo aquela mesma alegria, aquela emoção, aquele cheiro, aquele sabor.
Quando se trata de pessoas, dizem que saudade é a ausência do fluido, da energia delas, que ficou impregnado em nós, enquanto estávamos juntos.
É o residual dos tantos abraços e afetos trocados. E que, com o tempo, vai se diluindo, desaparecendo.
Aí a saudade estende laços e aperta.
*   *   *
Definir é difícil. O poeta a descreve de uma forma, o literato de outra, o psicólogo estabelece análise peculiar.
Enfim, não importa. O que importa mesmo é que ela nos envolve e nos machuca, desejando ser saciada.
Por isso, é muito importante que cada momento ao lado de quem amamos, seja vivido de forma intensa.
Que gravemos na memória as particularidades, que fotografemos com o coração o que desejamos rememorar, em dias de saudade.
Hoje é o dia em que devemos viver com toda intensidade, amar, abraçar com toda a intensidade, usufruir dos cheiros, dos sabores, das belezas com toda a intensidade.
Hoje, enquanto o dia é oportunidade.
Amanhã ou mais tarde, se precisarmos, acionaremos essas lembranças intensas, essas memórias profundas para alimentar a nossa infinita saudade...
Não nos permitamos perder o momento presente, rico, insuperável.
 
Redação do Momento Espírita
Fonte da imagem: Internet Google