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sábado, 12 de dezembro de 2015

Pensamento do dia:



''Encontros preciosos não são necessariamente os que nos trazem jardins já floridos. São, um bocado de vezes, aqueles que nos ofertam mudas.''
 

(Ana Jácomo)

Fonte da imagem: Internet Google

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Mediante o Natal...



Na exaltação do Natal do Senhor, acalentemos nossa fé em Jesus, sem nos esquecermos da fé que Jesus deposita em nós.




Não desceria o Senhor da comunhão com os Anjos, sem positiva confiança nos homens.




É por isso que, da Manjedoura de Simplicidade e Alegria à Cruz da Renunciação e da Morte, vemo-lo preocupado na recuperação das criaturas.




Convida pescadores humildes ao seu ministério salvador e transforma-os em advogados da redenção humana.





Vai ao encontro de Madalena, possuída pelos adversários do bem, e converte-a em mensageira de luz.
Chama Zaqueu, mergulhado no conforto da posse material, e faz dele o administrador consciente e justo.




Não conhece qualquer desânimo, ante a negação de Pedro, e nele edifica o apóstolo fiel que lhe defenderia o Evangelho até o martírio e a crucificação.




Não se agasta com as dúvidas de Tomé e eleva-o à condição de missionário valoroso, que lhe sustenta a causa, até o sacrifício.




Não se sente ofendido aos golpes da incompreensão de Saulo, o perseguidor, e visita-o, às portas de Damasco, investindo-o na sua posição de emissário de Sua Graça, coroando de claridades eternas...



A fé e o otimismo do Cristo começaram na descida à estrebaria singela e continuam, até hoje, amparando-nos e redimindo-nos, dia a dia...




Assinalando, assim, os júbilos do Natal, recordemos a confiança do Mestre e afeiçoemo-nos à sua obra de amor e luz, tomando por marco de partida a nossa própria existência.




O Senhor nos conclama à tarefa que o evangelho nos assinala...




Nos primeiros três séculos de Cristianismo, os discípulos que lhe ouviram a Celeste Revelação levantaram-se e serviram-no com sangue e sofrimento, aflição e lágrimas.





Que nós outros estejamos agora dispostos a consagrar-lhe igualmente as nossas vidas, considerando o crédito moral que a atitude d’Ele para conosco significa...




Aprendamos, trabalhemos e sirvamos, até que um dia, qual aconteceu ao velho Simeão, da Boa Nova, possamos exclamar ante a Presença Divina:




- “Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra, porque, em verdade, meus olhos já viram a salvação.”








Francisco Cândido Xavier - Emmanuel. Antologia Mediúnica do Natal - Espíritos Diversos.
Fonte da imagem: Internet Google

O grande doador...

 

Ele não era médico e levantou paralíticos e restaurou leprosos, usando o divino poder do amor.


Não era advogado e elegeu-se o supremo defensor de todos os injustiçados do mundo.


Não possuía fazendas e estabeleceu novo reino na Terra.


Não improvisava festas e consolou os tristes e reergueu o bom ânimo das almas desesperadas.


Não era professor consagrado e fez-se o Mestre da Evolução e do Aprimoramento da Humanidade.


Não era Doutor da Lei e criou a universidade sublime do bem para todos os
espíritos de boa vontade.


Padecendo amarguras – reconfortou a muitos.


Tolerando aflições – semeou a fé e a coragem.


Ferido – curou as chagas morais do povo.


Supliciado – expediu a mensagem do perdão e do amor, em todas as direções.


Esquecido pelos mais amados – ensinou a fraternidade e o reconhecimento.


Vencido na cruz – revelou a vitória da vida eterna em plena e gloriosa ressurreição, renovando os destinos das nações e santificando o caminho dos
povos.
 
Ele não era, portanto, rico e engrandeceu os celeiros dos séculos.


Quem oferecer, assim, o coração, em homenagem ao Divino Amor na Terra,
poderá, desse modo, no exemplo de Jesus, embora anônimo, aflito, apagado ou crucificado, atender à santificada colaboração com Deus, a benefício da
Humanidade.


 Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Meimei.
 Imagem: Internet 

domingo, 6 de dezembro de 2015

Oração de Júbilo...




Senhor, ajudai-me:

A prosseguir na existência humana
Como se houvesse encontrado um tesouro sem igual.


A vencer as vicissitudes
Como se me encontrasse em um festival de bênçãos.


A contemplar a imortalidade
Como se estivesse fitando um rosto querido.
A confiar no futuro
Como se já pudesse vivê-lo hoje.
A perdoar a agressão
Como se me fosse uma oferenda.


A entender a ignorância
Como se iluminasse um tabernáculo na escuridão.


A superar a melancolia
Como se acendesse uma luz de esperança.


A construir o bem
Como se lançasse uma ponte para o infinito.


A erguer os caídos
Como se as mãos carregassem soluções.
A atravessar os pântanos
Como se os pés possuíssem asas.


A enfrentar a morte
Como uma experiência de libertação.


A amar e servir
Como se me significassem os únicos objetivos existenciais.
Divaldo Pereira Franco, pelo espírito Eros
Fonte da imagem: Internet Google




Eu e Deus ... Palestra com Maurício Zomignani


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

É Dezembro!!!



É Dezembro...que venha com muita luz, energia, bons ventos, alegrias, amor em todos os sentidos na sua vida, e que possamos colher bons frutos,que seja doce....bem doce!!!!
 
Vanessa Pimentel
Imagem: Internet


Ele confia...

 
 
Quando um Espírito decide por retornar ao cenário terrestre, um planejamento se faz. 


Seu anjo de guarda e aqueles interessados em seu progresso, em sua felicidade, o assessoram, nessa tarefa.


Alguns preparam programas muito bem elaborados, caso venham à Terra para grandes missões, questões que objetivem o bem maior, revoluções do pensamento, das artes, da ciência.


Outros vêm com planos mais gerais. 
 
Mas, ninguém simplesmente nasce como obra do acaso, ou de simples descuido, conforme costumamos afirmar, algumas vezes.


Nesse planejamento se encontra, primordialmente, a escolha dos pais. 


Quem o receberá, no planeta terrestre, quem o aninhará em seu seio, alimentando-o, até o momento de renascer no cenário do mundo.


Quem lhe será o protetor dos primeiros dias, da infância, quem o guiará, com mão forte, através dos anos, até poder andar por si mesmo e crescer, no rumo da luz.


Que doce encantamento não deve envolver quem assim se prepara.
 
É uma nova chance de progresso, de vida no abençoado planeta azul, nosso lar de tantas e tantas vidas reprisadas, revividas.

Então, nasce o pequenino e se entrega confiante, esperando que a mãe que o acolheu em sua intimidade, por meses, o amamente, com amor.


E quando o faça, tenha olhos para ele, dizendo-lhe sem palavras: 


Querido filho, eu te amo! 


Sorve de minha seiva.

Ele aguarda que ela lhe seja o esteio. 


Enquanto se alimenta, ouve o coração daquela que o gestou e nela confia.
 
Confia que ela o proteja, lhe providencie o agasalho, o conforto. 


Que ela o leve nos braços como quem carrega um tesouro frágil, uma joia de subido valor, um cristal valioso.


Ele confia que o pai o receba em seus braços, lhe acompanhe o desenvolvimento, dia a dia. 


Que lhe ampare os primeiros passos, que o conduza pela mão, pelos caminhos do mundo. 


Ele espera, ele confia.


Por sua vez, a Divindade, igualmente confia que Seus filhos, a quem elegeu pai e mãe, exercerão o seu papel junto ao ser que envia, indefeso e pequeno, aos seus cuidados.
 
Cuidados que vão além das questões materiais do alimento, agasalho, abrigo. 


Questões que têm a ver com o sentimento, com o desabrochar de emoções de gerar uma outra vida, de passar suas experiências nobres ao ser que chega.


Questões que falam de amor demonstrado em pequenos gestos, em um olhar, um abraço, um aperto de mão.


Tudo isso que se expressará em acompanhamento do filho, incentivando-o a enfrentar os desafios de ficar em pé, andar, correr, dominar o próprio corpo.


Acompanhamento que observará cada conquista e a elogiará, dizendo-lhe que ele pode um tanto mais. 


E mais.
 
Acompanhamento que lhe dirá do certo e do errado, nos rumos da educação, que o brindará com exemplos de honestidade, dignidade, trabalho, possibilitando-lhe se tornar cidadão honrado, onde quer que venha a atuar, no mundo.


Sim, esse Espírito confia em você, pai, mãe.


Deus confia em cada um de nós, a quem estabelece a missão da paternidade e da maternidade.


Estejamos atentos. 


Tenhamos os olhos postos nessa preciosidade com que a Divindade nos honrou o lar: nosso filho.



Não o percamos de vista, mesmo à distância. 


Ofertemos-lhe nosso amor, nossa ternura, auxiliemo-lo a vencer os obstáculos, tenhamos a alegria de vê-lo prosperar,
 
crescer material e espiritualmente.


É nosso filho! 


Confia em nós.
 
Fonte: Momento Espírita
Fonte da imagem: Internet Google