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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Querer é poder...

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Quando você não possui o que deseja,você pode valorizar aquilo que tem.


Se não consegue obter a afeição daqueles a quem mais ama, não se esqueça de se dedicar aos que amam você, especialmente quando necessitem do seu concurso.


Quando não se lhe faça possível criar a grande alegria que alguém lhe solicite, você pode doar a esse alguém o sorriso que menos lhe custa.


Se não dispõe de recursos para colaborar com o muito com que estimaria brindar a essa ou aquela realização de beneficência, oferte a migalha do seu alcance.


O essencial não é o tamanho do bem que se queira, e, sim, o tamanho do amor que você coloque no bem que decida fazer.

Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito André Luiz.
Imagem: Internet Google

Pensamento do dia:

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 "E hoje, nos achados e perdidos, encontrei um sorriso que não dei, uma chance que perdi, uma oportunidade que me passou batida. Encontrei uma fé empoeirada, um sonho esquecido. Então, peguei tudo de volta delicadamente, e disse à vida: Nada vai me fazer perder oportunidades novamente..."

Michelle Trevisani —
Imagem: Internet Google

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Perdoar a si mesmo...

perdoe a si mesmo

 
Quando Ava descobriu que estava grávida, teve um choque. Havia tomado as precauções necessárias, mas alguma coisa não tinha saído como planejado.
Era muito jovem. Pensou nos planos que havia construído para o futuro, nas viagens que queria fazer, nos cursos, no emprego dos seus sonhos. Nada disso seria possível se ela tivesse que se dedicar à maternidade.
Ela acreditava que para realizar o que tanto almejava não seria possível constituir uma família.
A ideia de ter um filho era assustadora e inaceitável. Decidiu-se pelo abortamento.
Não contou a ninguém. Simplesmente comunicou a decisão ao namorado, que se mostrou bastante aliviado. Também ele não queria filhos.
Apesar de ser cristã e ter consciência de que estava prestes a cometer um crime que violava leis humanas e Divinas, não voltou atrás. O pavor que sentia era mais forte que sua crença.
 Em silêncio, procurou uma clínica e se submeteu a um procedimento que interrompeu a gravidez.
Os anos se passaram. Ava estudou, se formou, viajou, construiu a tão sonhada carreira. Mas não foi feliz. O remorso a acompanhava todo o tempo. Quando via uma mãe com um filho, pensava naquele que impedira de nascer.
E assim foi criando em si um sentimento destrutivo, potencializado pela ação de outros pensamentos negativos.
A vida trouxe muitos reveses e Ava, sob o peso dos erros, da culpa, da invigilância, do afastamento do bem, da falta de oração, deixou-se envolver em uma negatividade aflitiva e crescente.
 
Uma noite, angustiada e pensando em tirar a própria vida, ouviu pelo rádio uma mensagem, que parecia ter sido escrita e ditada para ela.
Aquelas palavras falavam de amor, perdão e autoperdão. Uma frase, em particular, a fez parar o carro e colocar para fora, aos prantos, toda a culpa, dor e medo que sentia. Dizia a mensagem:
Tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobre uma multidão de pecados.
As palavras do Apóstolo Pedro se aninharam em seu íntimo e Ava percebeu que, mesmo sendo impossível voltar no tempo e reverter o erro, ela poderia mudar a forma como vinha agindo e pensando, compensando todo o mal causado, com amor sincero, verdadeiro e desinteressado aos que sofriam.
 
Buscou ajuda fraterna em uma Casa Espírita. Foi aconselhada e orientada. Iniciou estudos e trabalhos voluntários.
Passou a dedicar a maior parte de seu tempo a ajudar o próximo.
Orava sempre, com fervor, e pedia forças a Deus. Lutava para erradicar seus defeitos e fortalecer suas qualidades.
Compreendeu a necessidade de perdoar todas as pessoas que a tinham magoado e pedir perdão àquelas que tinha ofendido, agredido, magoado, nesta e em outras existências.
E assim foi-se processando em Ava uma transformação.
 
Movida pelo amor, pela fé em Deus e em Seu amor, pela vontade de ser alguém melhor, tornou-se uma pessoa mais equilibrada, mais forte.
Sabia que seu erro havia sido grave e que responderia por ele. Mas também sabia que Deus a amparava e inspirava a buscar o melhor em si, aperfeiçoando-se e transformando-se a cada dia.
Pensemos nisso: nenhum erro é irreparável, contudo, cabe-nos zelar para não incidir na mesma falta.
Redação do Momento Espírita.
Fonte da imagem: Internet Google
 
 

União...

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 Um homem que costumava participar assiduamente de determinado grupo, um dia se afastou sem deixar nenhum aviso.
Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. Ele encontrou o homem em casa, sozinho, sentado diante de um grande fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem lhe deu boas vindas. Depois o conduziu até uma grande cadeira, perto da lareira. E ficou quieto, esperando.
O líder não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas. Cuidadosamente, apanhou uma brasa ardente e a deixou de lado.
Então voltou a se sentar e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto.
A chama da solitária brasa diminuiu. Houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita, desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante, e colocou-a de volta no meio do fogo.
Imediatamente, começou a incandescer uma vez mais, com a luz e o calor dos carvões ardentes, em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião lhe disse:
Obrigado por sua visita e pelo seu sermão. Voltarei ao convívio do grupo.
*   *   *
Uma pessoa sozinha pode realizar grandes coisas, mas um grupo de pessoas pode revolucionar o mundo.
Uma pessoa pode sanear sua rua, seu bairro. Um grupo unido pode modificar uma cidade inteira.
A mensagem do Cristo é de união. Porque união representa força.
Vinculados a um grupo de serviço, a uma crença religiosa, participemos, dando nossa contribuição ativa.
Somos semeadores do tempo melhor. Somos os pomicultores da Era Nova. A colheita que faremos em nome de Jesus nos caracterizará o trabalho.
Unamo-nos em torno do bem. Demo-nos as mãos e ajudemo-nos.
Esqueçamos opiniões contraditórias e avancemos na busca da aurora dos novos tempos.
Convidados à dinâmica do amor, sejamos os honrados continuadores da obra que o Mestre Jesus nos conclama.
Imprescindível que nos unamos como irmãos e que, afeiçoados a um grupo que labora em nome do amor, calemos disputas e divergências, pensando no bem maior.
O trabalho a que somos chamados, na qualidade de cristãos, é incessante, porque jamais terminaremos o serviço.
Servidores imperfeitos, vivamos o Cristo em nossas atitudes, não deixando que opiniões pessoais e pequenas divergências nos distanciem das tarefas abraçadas e dos irmãos que conosco vibram, no mesmo ideal.
*   *   *
Quando as clarinadas de um novo dia em luz nos anunciam os chegados tempos do Senhor; quando uma era de paz prepara a nova Humanidade, somos convidados à responsabilidade maior de amar e servir.
Jesus é mais do que um símbolo. É uma realidade em nossa existência.
Não é apenas um ser que transitou da manjedoura à cruz, mas o exemplo, cuja vida se transformou num evangelho de realizações, chamando por nós.
Aprofundemos o pensamento nesse Evangelho de luz, a fim de viver Jesus em toda a plenitude.
Redação do Momento Espírita, com base no texto A brasa isolada, de autor ignorado e no cap. 15,
do livro
Sementes de vida eterna, por Espíritos diversos.

Psicografia de Divaldo Franco

Fonte da imagem: Internet

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Pensamento do dia:




"Não quero viver como uma planta que engasga e não diz a sua flor. Como um pássaro que mantém os pés atados a um visgo imaginário. Como um texto que tece centenas de parágrafos sem dar o recado pretendido. Que eu saiba fazer os meus sonhos frutificarem a sua música. Que eu não me especialize em desculpas que me desviem dos meus prazeres. Que eu consiga derreter as grades de cera que me afastam da minha vontade. Que a cada manhã, ao acordar, eu desperte um pouco mais para o que 
verdadeiramente me interessa."
 
Padre Fábio de Melo
Fonte da imagem: Internet

Conversa fraterna...


 
 
Divaldo Franco e   o menino abandonado na Mansão do Caminho: Importância da educação moral evangélica
 
 
Divaldo Franco, conta a história de um garoto, que foi abandonado aos 6 meses de idade, na instituição Mansão do Caminho, onde ele dirige. 


Este garoto, aos 4 anos de idade, fazia faquinhas e ameaçava as voluntárias que ajudavam Divaldo a tomar conta das crianças. 


Ele dizia que queria enfiar a faca em alguém para sentir o sangue quente escorrer em suas mãos.

Divaldo perguntava como ele sabia que o sangue era quente, e ele respondia que não sabia como, mas ele tinha certeza que era quente.
 
 
Quando este garoto completou 12 anos, as voluntárias que auxiliavam Divaldo tinham medo dele. Divaldo então, fez uma terapia de choque. 


Chamou o garoto e disse que ele teria que ir embora da instituição. 


O garoto assustou, pediu desculpas e prometeu não ameaçar mais. 


Estudou e foi evangelizado pela instituição espírita Mansão do Caminho.


Aos 18 anos, o menino pediu a emancipação. 


Divaldo disse:
 
- Dou sua emancipação com uma condição: 


quando você desejar matar alguém, você vem aqui e me mata.


- Mas, tio? . . . - disse o garoto assustado.


- Sim porque eu falhei. 


A sociedade me entregou você com 6 meses, a sociedade nos dá tudo, você não tem nada contra a sociedade, espero, porque a sociedade é a humanidade. Se você matar alguém, é porque eu falhei. 


Antes me mate, por causa do meu fracasso em relação a você.


O garoto concordou, e foi embora. 


Após 10 anos, eles se reencontraram.
 
 
Divaldo então, aproveitou e perguntou se ele sentiu vontade de matar.


O garoto disse que sim, mas que toda vez que sentiu essa vontade, ele via o rosto de Divaldo na sua frente dizendo: 


"Venha e me mate primeiro", então, ele se desarmava. 


Ele agradeceu dizendo que, se não fosse Divaldo e o Espiritismo, ele estaria num cárcere. 


Divaldo, então, esclareceu:


- Agradeça a sua consciência, que assimilou toda a educação moral evangélica que recebeu na Mansão do Caminho. 


Você fez bom uso do livre arbítrio. 



Hoje, você pode entender, por isso vou lhe contar que, os bons espíritos me disseram que você foi um criminoso na encarnação anterior, meu filho. 


Você trazia no inconsciente a lembrança do sangue jorrando em sua mão quando esfaqueava alguém. 


Estava tão dentro de você, que explodia na sua memória atual, eram flashes do passado.


Resumo de uma história verídica vivenciada pelo médium espírita Divaldo P. Franco. Retirado do livro "Conversa Fraterna" FEB
 
Fonte da imagem: Internet Google

 

Retrato da Amizade


 
Agradeço, Alma Fraterna e boa.
O Amor que no teu rosto se condensa deixando ao longe a festa, o ruído e o repouso para dar-me a presença.


Sofres, sem reclamar, enquanto exponho minhas idéias diminutas e anoto como é grande o teu carinho no sereno sorriso em que escutas.
Não sei dizer-te a gratidão que guardo pelas doces palavras que me dizes amenizando as lutas que carrego em meus impulsos infelizes.


Auxilias-me a ver sem barulho ou reproche, dos trilhos para o bem, o mais certo e o mais curto, sem cobrar pagamentos ou louvores pelo valor do tempo que te furto.


Aceitas-me no todo como sou, nunca me perguntaste de onde vim nem me solicitaste qualquer conta da enorme imperfeição que trago em mim.
 
Agradeço-te, ainda, o socorro espontâneo que me estendes à vida estrada à fora para que minhas mãos se façam mensageiras de consolo a quem chora.


Louvado seja Deus, alma querida e bela, pelo conforto de teu braço irmão, por tudo que tens sido em meu caminho, por tudo que me dás ao coração.
 
Chico Xavier, pelo espírito Maria Dolores
Fonte da imagem: Internet Google