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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Pensamento do dia:

''Quando as palavras se recusarem a sair de você, fale com gestos. O outro compreenderá.
Seja você o anjo calado que vai trazer um lenço e vai ficar do lado para o outro se sentir menos sozinho. Dar de si vale mais que todas as palavras do dicionário juntas. E nesses instantes, Deus se cala também. Ele se contenta, como nós, de olhar com ternura e Ele sente prazer em nós.''

-Letícia Thompson-

Fonte da imagem: Internet Google

sábado, 5 de setembro de 2015

REFLEXÃO DO DIA:


"Recado para os cansados: ainda dá tempo. Para os desiludidos: ainda dá tempo. Para os frustrados: ainda dá tempo. Para os desistentes: tente um pouco mais. Você respira? Então ainda dá."

Martha Medeiros

Fonte da imagem: Internet Google

Sinais da vida...

 
 
Faze de cada pedra de tropeço um degrau de tua ascensão;



de cada obstáculo com que te defrontes, um sinal de advertência;



de cada reincidência no mal um alerta para que te mantenha mais vigilante;



de cada deslize, uma lição que se repete para que não olvides a tua própria fragilidade;



de cada desilusão um convite à realidade;



de cada lágrima uma lente com que melhor consigas divisar o caminho;



de cada ofensa uma nova oportunidade de aprender a superar-te;



de cada sofrimento, uma exortação para que te fortaleças na fé;



de cada mágoa recebida um exercício de esquecimento de ti mesmo;



de cada crítica incentivo ao trabalho em que deves te aperfeiçoar;



de cada ingratidão estímulo à prática do bem desinteressado;



de cada sentimento de culpa a valorização da virtude.


 
 Carlos A.Bacelli, pelo Espírito Irmão José . Do livro Dias Melhores .
Fonte da imagem: Internet Google

Não cairás...

Se perseverares no trabalho no bem, o trabalho no bem te garantirá o equilíbrio.

Se não desistires da fé sob o implacável guante da tentação...

Se não te afastares dos compromissos, por mais que eles te imponham sacrifício...

Se não abandonares o fardo à margem, por mais que te custe transportá-lo aos ombros...

Se não te subornares em tua dignidade, cedendo às facilidades com que o mundo te acene...

Se no clima de acerbas provações, não te rebelares contra os Sábios Desígnios da Providência...

Se não permaneceres de braços cruzados, na expectativa da intervenção do Alto na solução de teus problemas...

Se não desacreditares do poder da oração, mesmo quando o socorro que implorares parece tardar...

Se não te deixares fragilizar pelas decepções sucessivas que experimentes em relação aos outros...

Se não esperares dos companheiros além do que seja justo esperar de alguém com as limitações que te são próprias...

Se não procurares qualquer espécie de evidência pessoal na tarefa que abraçaste...

Sem dúvida que, na jornada que empreendas na direção da luz, te sentirás muitas vezes renteando o abismo mas não cairás.


Carlos A.  Bacelli, pelo Espírito Irmão José. Do livro Dias Melhores.
Fonte da imagem: Internet Google

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Dica do dia:

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Vá com Deus...


Eram oito horas da manhã de um sábado de maio. Chico levantara-se apressado. Dormira

de mais. Trabalhara muito na véspera, psicografando uma obra erudita de Emmanuel.

Não esperara a charrete. Fora mesmo a pé para o escritório da Fazenda.  Não andava,

voava, tão velozmente caminhava.

Ao passar defronte à casa de D. Alice, esta o chama:

— Chico, estou esperando-o desde às seis horas. Desejo-lhe uma explicação.

— Estou muito atrasado, D. Alice. Logo na hora do almoço, lhe atenderei.

D. Alice fica triste e olha o irmão, que retomara os passos ligeiros a caminho do serviço.

Um pouco adiante, Emmanuel lhe diz:

— Volte,  Chico, atende à irmã Alice. Gastará apenas cinco minutos, que não irão prejudicá-lo.

Chico volta e atende.

— Sabia que você voltava, conheço seu coração.

E pede-lhe explicação como tomar determinado remédio homeopático que o caroável Dr.

Bezerra de Menezes lhe receitara, por intermédio do abnegado médium.

Atendida, toda se alegra. E despedindo-se:

— Obrigada, Chico. Deus lhe pague! Vá com Deus!

Chico parte apressado. Quer recobrar os minutos perdidos.

Quando andara uns cem metros, Emmanuel, sempre amoroso, lhe pede:

— Pare um pouco e olhe para trás e veja o que está saindo dos lábios de D. Alice e

caminhando  para você.

Chico para e olha: uma massa branca de fluidos luminosos sai da boca da irmã atendida e

encaminha- se para ele e entra-lhe no corpo...

— Viu, Chico, o resultado que obtemos quando somos serviçais, quando possibilitamos a

alegria cristã aos nossos irmãos?

E concluiu:

— Imagine se, ao invés de vá com deus, dissesse, magoada, “vá com o diabo”. Dos seus

lábios estariam saindo coisas diferentes, como cinzas, ciscos, algo pior..

E Chico, andando agora naturalmente, sem receio de perder o dia, sorri satisfeito com a

lição recebida, entendendo em tudo e por tudo o ser viço do Senhor , refletido nos menores gestos, com os nomes de Gentileza, Tolerância, Afabilidade, Doçura, Amor.
Do Livro Lindos Casos de Chico Xavier, de Ramiro Gama
Fonte da imagem: Internet

Escolha de amigos...


Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Para ser meu amigo tem que ter aquele brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
 
Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
 
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
 
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos; quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; velhos, para que nunca tenham pressa.
 
Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril." 
 
(Texto de Oscar Wilde que reflete bem meu próprio pensamento)  
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