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terça-feira, 7 de abril de 2015

Causos de Chico Xavier...


Uma lição sobre a fé
Um simpatizante do Espiritismo, residente em Santos, Estado de São Paulo, veio a Pedro Leopoldo, asseverando desejar conhecer o Chico para melhor acertar os seus problemas de fé.
O Médium, no entanto, empregado de uma repartição, não dispõe do tempo como deseja e, por determinação de sua Chefia, estava ausente de casa.
O visitante insistiu, insistiu.
E como não podia deter-se por muitos dias, regressou a penates, dizendo a vários amigos:
- Duvido muito da mediunidade. Imaginem meu caso com o Chico Xavier. Viajo para Pedro Leopoldo com sacrifício de tempo e di­nheiro. Chego à cidade e informam-me, sem mais aquela, que o Mé­dium estava ausente. Perdi minha fé, pois tenho a idéia de que tudo seja simples fraude e estou convencido de que o Chico se esconde pa­ra melhor sustentar a mistificação.
Um dos companheiros de ideal escreve, aflito, ao Chico, relatando-lhe a ocorrência.
Não seria aconselhável procurar o queixoso e atendê-lo?
O pobre homem parecia haver perdido a confiança no Espiritismo.
O Médium, muito preocupado pede o parecer de Emmanuel e o devotado orientador responde-lhe, com serena precisão:
- Deixe este caso para traz. Se a fé nesse homem for erguida sobre você é melhor que ele a perca desde já, porque nós todos so­mos criaturas falíveis. A fé para ele e para nós deve ser construída em Jesus, porque, somente confiando em Jesus e imitando-lhe os exem­plos, é que poderemos seguir para Deus.
Fonte: Grupo Espírita Renascer

Doenças fantasmas...



 
Somos defrontados com frequência por aflitivo problema cuja solução reside em nós.
 
A ele debitamos longas fileiras de irmãos nossos que não apenas infelicitam o lar onde são chamados à sustentação do equilíbrio, mas igualmente enxameiam nos consultórios médicos e nas casas de saúde, tomando o lugar de necessitados autênticos.
Referimo-nos às criaturas menos vigilantes, sempre inclinadas ao exagero de quaisquer sintomas ou impressões e que se tornam doentes imaginários, vítimas que se fazem de si mesmas nos domínios das moléstias-fantasmas.
 
Experimentam, às vezes, leve intoxicação, superável sem maiores esforços, e, dramatizando em demasia pequeninos desajustes orgânicos, encharcam-se de drogas, respeitáveis quando necessárias,mas que funcionam a maneira de cargas elétricas inoportunas, sempre que impropriamente aplicadas.
 
Atingido esse ponto, semelhantes devotos da fantasia e do medo destrutivo caem fisicamente em processos de desgastes,cujas as conseqüência ninguém pode prever, ou entram, modo imperceptíveis para eles, nas calamidades sutis da obsessão oculta, pelas quais desencarnados menos felizes lhes dilapidam as forças.
 
Depois disso, instalada a alteração do corpo ou da mente, é natural que o desequilíbrio real apareça e se consolide, trazendo até mesmo a desencarnação precoce, em agravo de responsabilidade daqueles que se entibiam diante da vida, sem coragem para trabalhar, sofrer e lutar.
 
Precatemo-nos contra esse perigo absolutamente dispensável.
 
Se uma dor aparece, auscultemos nossa conduta, verificando se não demos causa à benéfica advertência da Natureza.
Se surge a depressão nervosa, examinemos o teor das emoções a que estejamos entregando as energias do pensamento, de modo a saber se o cansaço não se resume a um aviso salutar da própria alma,para que venhamos a clarear a existência e o rumo.
 
Antes de lançar qualquer pedido angustiado de socorro, aprendamos a socorrer-nos através da autoanálise, criteriosa e consciente.
 
Ainda que não seja por nós, façamos isso pelos outros, aqueles outros que nos amam e que perdem, inconsequentemente, recurso e tempo valiosos, sofrendo em vão com a leviandade e a fraqueza de que fornecemos testemunhos.
 
Nós que nos esmeramos no trabalho desobssessivo, em Doutrina Espírita, consagremos a possível atenção a esse assunto, combatendo as doenças-fantasmas que são capazes de transformar-nos em focos de padecimentos injustificáveis a que nos conduzimos por fatores lamentáveis de auto obsessão.

 Francisco Cândido Xavier ;  Waldo Vieira.Estude e Viva.
Fonte da imagem:  Internet Google

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Pensamento do dia:


"Não esqueço de quem me estende a mão. Minha memória não é curta. Apesar de eu esquecer nomes, jamais deixo passar batido o que fazem por mim. Porque aprendi que ajudar o outro é bonito. Mas ser grato é mais bonito ainda."
Clarissa Corrêa
Fonte da imagem: Internet Google

Aquele que Sonha!

Há muitos e muitos anos vivia na cidade de Damasco, na Síria, um pobre homem chamado Ismar.
Ismar sempre lutara para ganhar a vida dignamente; não tendo podido estudar e aprender uma profissão, sujeitava-se a qualquer espécie de serviço: limpava jardins, carregava pedras, buscava água, sempre com boa vontade, trabalhando sem se queixar.
Com o passar dos anos, porém, Ismar começou a sentir-se cansado e preocupado. Durante a vida toda só trabalhara e nunca conseguira juntar qualquer dinheiro, nenhuma economia que pudesse socorrê-lo em caso de necessidade. A única coisa que tinha de seu era uma casa, herança antiga da família.

Essa casa ficava num bairro pobre de Damasco, no fim de uma rua esburacada. Era feita de pedras e protegida por um portãozinho de madeira.
Atrás da casa, corria um riacho; à beira do riacho crescia uma velha figueira, e era à sombra dessa figueira que Ismar costumava descansar depois de trabalhar a manhã toda.
Ali, ele refletia sobre sua vida e se perguntava o que seria dele quando a velhice não lhe permitisse mais o esforço físico.

– Estou ficando velho, pensava, não tenho filhos que me possam sustentar. Será que Alá, meu pai divino, vai me abandonar?

Sempre assim cismando, um dia Ismar dormiu, recostado à figueira, e teve um sonho; sonhou que estava na cidade do Egito. Ele nunca havia estado realmente no Egito, mas no sonho passeava com desembaraço pela avenida central da cidade e distinguia perfeitamente os mercadores de tapetes, os minaretes das mesquitas. Atravessando uma praça, ele dobrava à direita, descia uma rua estreita, chegava a um rio. Sobre o rio, havia uma ponte e embaixo da ponte – ó maravilha! – um cofre repleto de moedas e jóias reluzentes!

Quando acordou, Ismar teve certeza de que aquele era o tesouro que Alá lhe reservara. O sonho tinha sido tão nítido, tão preciso nos detalhes, não havia engano!
Sem pensar em mais nada, ele arrumou sua trouxa e pôs-se a caminho do Cairo. Era uma longa e penosa distância, principalmente para ele, que ia a pé e sem dinheiro. No entanto movido pela convicção de encontrar sua fortuna, Ismar atravessou desertos e vales, rios e florestas até chegar, finalmente, exausto e maltrapilho, à cidade que lhe aparecera em sonho.

Sua fé, então, redobrou de vigor, pois o Cairo era exatamente como ele havia sonhado! Ele reconheceu a avenida principal, os mercadores de tapetes, os minaretes das mesquitas; chegou à praça, virou à direita, desceu a rua, avistou o rio, aproximou-se da ponte, mas… no exato lugar em que deveria estar o tesouro, não havia cofre algum; havia, isso sim, um mendigo mais pobre e maltrapilho que ele. Chocado, Ismar deu-se conta da sua loucura! Como pudera acreditar tão piamente num simples sonho?

Que tolo fora! E agora, com que forças enfrentaria a viagem de volta? Que impulso de fé ou esperança sustentaria aquela alma tão esvaziada pela decepção? “Não”, pensou ele. “Melhor será acabar com os meus dias aqui mesmo. Nenhuma esperança me resta.” E, decidido a se afogar, subiu à ponte. Já estava quase se atirando quando sentiu que alguém o segurava, agarrando sua perna por debaixo da ponte. Era o mendigo que gritava:

– Ei amigo! Cuidado, você pode morrer! Esse rio é perigoso!
– Ainda bem, respondeu Ismar. É isso mesmo que desejo: matar-me.
– Não faça isso, ponderou o mendigo. Você ainda tem muito o que viver. Escute, desça até aqui e conte-me sua história. Faça sua última boa ação, entretendo um miserável como eu. Depois, se quiser, pode se matar!

Ismar hesitou, mas resolveu afinal repartir suas dores com aquele desconhecido. Contou-lhe o sonho, concluindo:
– Então, no mesmo lugar em que deveria estar o cofre, estava você… Agora, diga-me, não tenho razão em querer acabar com minha vida?
– Olhe, exclamou o mendigo. Não queria dizer isso, mas acho que você tem razão. Você foi muito irresponsável, um louco! Acreditar num sonho! E que você sonhou só uma vez? Veja se tem cabimento! Pois fique sabendo que eu há cinco anos tenho o mesmo sonho, que se repete quase todas as noites. E não é por isso que vou sair daqui correndo atrás do que sonhei.

– E o que você sonha? Perguntou curioso Ismar.
– Escute só: eu sonho que estou na Síria, na cidade de Damasco, o que já é uma asneira, pois nunca estive na Síria. Estou num bairro pobre, seguindo por uma rua esburacada. No fim da rua, há uma casa de pedra, protegida por um portãozinho de madeira. Atrás da casa, corre um riacho; à beira do riacho cresce uma figueira e, dentro dessa figueira, que é oca, há um tesouro. Não é uma bobagem?

Eu é que não sou louco de acreditar em sonhos, não acha?
Ismar não respondeu. Estava pasmo, pois reconhecera, pela descrição do mendigo, a sua rua, a sua casa, a sua amada figueira! Compreendendo os laços do destino, abraçou o mendigo, tomou o caminho de volta e, chegando à sua casa, foi direto à velha árvore, onde o tão sonhado tesouro o aguardava.
BENDITO AQUELE QUE SONHA !!!….

Autor Desconhecido
Fonte da imagem: Internet Google

Conto "O passe em Chico Xavier"...


Há um relato de que um homem estava muito mal, doente, depressivo e resolveu procurar o Chico em Uberaba....
Na tarde da visita, que só se realizaria à noite, Emmanuel aparece pro Chico e diz: - Chico, hoje o José vai te procurar, ele está obsediado, com influências espirituais negativas, é médium de cura e não exerce sua tarefa. Peça a ele que lhe dê um passe e diga que de hoje em diante ele deve estudar a Doutrina e trabalhar no passe.
Chega a noite e o José segue pra Casa da Prece e o Chico, naquela época, dava passes no centro, o José adentra a câmara de passe para recebê-lo do médium mais amado do Brasil e o Chico é avisado de que era o homem esperado, então lhe diz: - Olá José, estou muito mal, necessitado de um passe, por favor, me dê um. - Mas, Chico, sou eu quem precisa! - Não meu irmão, quem precisa sou eu. O José, desacreditando no que acontecia, deu o mais fantástico passe da sua vida e a partir dessa noite se curou e virou um trabalhador de Jesus.


Fonte: Internet
Fonte da imagem: Internet

domingo, 5 de abril de 2015

Visão Espírita da Páscoa...

 
 
O Espiritismo não celebra a Páscoa, mas respeita as manifestações de religiosidade das diversas igrejas cristãs, e também não proíbe que seus adeptos manifestem sua religiosidade.

 
Páscoa, ou Passagem, simboliza a libertação do povo hebreu da escravidão sofrida durante séculos no Egito, mas no Cristianismo comemora a ressurreição do Cristo, que se deu na Páscoa judaica do ano 33 da nossa era, e celebra a continuidade da vida.

 
O Espiritismo, embora sendo uma Doutrina Cristã, entende de forma diferente alguns dos ensinamentos das Igrejas Cristãs. 

 
Na questão da ressurreição, para nós, espíritas, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos, com seu corpo espiritual, que chamamos de perispírito. 

 
Entendemos que não houve uma ressurreição corporal, física. 

Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. 

 
A sua doutrina de amor e perdão é muito maior que qualquer milagre, até mesmo a ressurreição.
Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu simbolismo. 

 
A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral. 

 
A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação. 

 
A Páscoa Cristã, representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor. 

Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se executar homens, mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.

 
Como a Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte, queremos deixar firmado o conceito que aprendemos no Espiritismo, que a vida só pode ser definida pelo amor, e o amor pela vida. 

 
Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo para que tivéssemos vida em abundância, isto é, plena de amor.

 
Amilcar Del Chiaro Filho. nasceu em Catalão/GO – em 16 de abril de 1935, trabalhou como metalúrgico alguns anos e por seqüelas da hanseníase teve que se afastar da profissão. 
Casou-se em 1958 com Leonil Maria Bucheroni Del Chiaro e como não tiveram filhos adotaram duas crianças. 
Iniciou-se no Espiritismo em 1954, tendo se tornado radialista em 1977, com a criação do programa Sol nas Almas, na Rádio Boa Nova, Emissora da Fundação Espírita André Luiz, trabalhando na produção e apresentação de inúmeros programas espíritas. 
Depois de 71 anos de muita luta, no dia 30 de novembro de 2006, desencarnou em São Paulo.


Fonte: Caminhos de Luz
Fonte da imagem: Internet Google

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Pensamento do dia:

 
''Eu fico grande cada vez que tenho a oportunidade de amar alguém de verdade. O amor nos torna grandes, o amor nos torna maiores, o amor nos torna mais interessantes e você identifica isso nos olhos. Quanto mais uma pessoas ama, maior é a grandeza que ela tem dentro do coração.''
 
(Pe Fabio de Melo)
 
Fonte da imagem: Internet Google