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quarta-feira, 25 de março de 2015

Exercício da paciência...




Todo sábado o grupo de voluntários que trabalhava com Chico saía para fazer caridade. Daí, de repente, chega um conhecido do médium, totalmente bêbado, que havia virado alcóolatra. Impacientes, a equipe pedia a Chico para irem logo fazer caridade, mas o paciente Chico acolheu o bêbado com alegria e pediu para ele começar a cantar algumas músicas.

“Cante aquela do Nelson Gonçalves, depois aquela do Altemar Dutra”

O bêbado, feliz, foi cantando.

E o grupo ficando mais impaciente para sair.

O bêbado tanto cantou tanto que ficou bom do porre.

Daí Chico falou para o grupo: “Pronto irmãos, fizemos nossa primeira caridade de hoje”.

O bêbado, feliz, se ajoelhou aos pés de Chico, chorando:

“Só você me entende e é meu amigo...”


Depois Chico disse ao grupo: “Ele perdeu a esposa e os filhos em um acidente de carro e sente-se culpado por isso, a partir daí virou alcóolatra. Não podemos julgar nossos irmãos”, concluiu.

Fonte: Lar da Caridade
Fonte da imagem: Internet Google


terça-feira, 24 de março de 2015

Pensamento do dia:


''E no meio da tempestade, Deus manda o abraço sincero, o olhar que acolhe, as mãos que ajudam, para dizer: Estou com você, não desiste!''
Scheila A. Hinnah

Fonte da imagem: Internet Google

O gigante deitado... (Muito lindo!!!)



Nascido em Ituiutaba (MG), em 1 de novembro de 1939 e tendo desencarnado em 25 de novembro de 1989, a vida de médium Jerônimo Mendonça foi um exemplo de superação de limites.
Totalmente paralítico há mais de trinta anos, sem mover nem o pescoço, cego há mais de vinte anos, com artrite reumatoide que lhe dava dores terríveis no peito e em todo o corpo, era levado por mãos amigas por todo o Brasil a fora para proferir palestras.
Foi tão grande o seu exemplo que foi apelidado “O Gigante Deitado” pelos amigos e pela imprensa.
Houve uma época, em meados de 1960, quando ainda enxergava, que Jerônimo quase desencarnou de uma hemorragia acentuada das vias urinárias.
Estava internado num hospital de Ituiutaba quando o médico, amigo, chamou seus companheiros espíritas que ali estavam e lhes disse que o caso não tinha solução. A hemorragia não cedia e ele ia desencarnar.
– Doutor, será que podemos pelo menos levá-lo até Uberaba para despedir-se de Chico Xavier? Eles são tão amigos!
– Só se for de avião. De carro ele morre no meio do caminho.
Um de seus amigos tinha avião. Levaram-no para Uberaba. O lençol que o cobria era branco e quando chegaram a Uberaba estava vermelho, tinto de sangue.
Chegaram na Comunhão Espírita onde Chico trabalhava, mas ele não estava naquela hora, participava de trabalho de peregrinação, visita fraterna, levando pão e o evangelho aos pobres e doentes.
Ao chegar, vendo o amigo vermelho de sangue, disse Chico:
– Olha só quem está nos visitando! O Jerônimo! Está parecendo uma rosa vermelha! Vamos todos dar um beijo nessa rosa, mas com muito cuidado para ela não se despetalar!
Um a um, os companheiros passavam e lhe davam um suave beijo no rosto. Ele sentia a vibração de energia fluídica que recebia em cada beijo. Finalmente, Chico deu-lhe um beijo, colocando a mão no seu abdome e assim permanecendo por alguns minutos.
Era a sensação de um choque de alta voltagem saindo da mão de Chico, o que Jerônimo percebeu. A hemorragia parou.
Ele que, fraco, havia ido ali se despedir para desencarnar, acabou fazendo a explanação evangélica a pedido de Chico. Em seguida, veio a seguinte explicação:
– Você sabe o porquê desta hemorragia, Jerônimo?
– Não, Chico.
– Foi porque você aceitou o “coitadinho”. Coitadinho do Jerônimo, coitadinho… Você desenvolveu a auto piedade. Começou a ter dó de você mesmo. Isso gerou um processo destrutivo. O seu pensamento negativo fluidicamente interferiu no seu corpo físico, gerando a lesão. Doravante Jerônimo, vença o coitadinho. Tenha bom ânimo, alegre-se, cante, brinque, para que os outros não sintam piedade de você.
Jerônimo sobreviveu quase trinta anos após a hemorragia “fatal”. Venceu o “coitadinho”.
Que essa história nos seja um exemplo para que nos momentos difíceis tenhamos bom ânimo, vencendo a nossa tendência natural de auto Piedade e esmorecimento.

Fonte: autor desconhecido
Fonte da imagem: espiritoverdade.com.br

A história da chave...


Com a saída do chefe da casa dos filhos mais velhos para o trabalho e com a ausência das crianças na escola, Dona Cidália era obrigada, por vezes, a deixar em casa, a sós, porque devia buscar lenha, à distância. Aí começou a dificuldade.
Certa vizinha, vendo a casa fechada, ia ao quintal e colhia as verduras. A madrasta bondosa preocupou-se. Sem verduras não haveria dinheiro para o serviço escolar. Dona Cidália observou… observou… E ficou sabendo quem lhes subtraia os recursos da horta; entretanto, repugnava-lhe a idéia de ofender uma pessoa amiga por causa de repolhos e alfaces.
Chamou, então, o Chico e lembrou. – Meu filho, você diz que, às vezes, encontra o Espírito de Dona Maria. Peça-lhe um conselho. Nossa horta está desaparecendo e, sem ela, como sustentar o serviço da escola?Chico procurou o quintal à tardinha e rezou e, como de outras vezes, a mãezinha apareceu. O menino contou-lhe o que se passava e pediu-lhe socorro.
D. Maria então lhe disse: – Você diz a Cidália que realmente não devemos brigar com os vizinhos que são sempre pessoas de quem necessitamos. Será então aconselhável que ela de a chave da casa à amiga que vem lhe talando a horta, sempre que precise ausentar-se, porque, desse modo, a vizinha ao invés de prejudicar os legumes, nos ajudará a tomar conta deles.
Dona Cidália achou o conselho excelente e cumpriu a determinação. Foi assim que a vizinha não mais tocou nas hortaliças, porque passou a responsabilizar-se pela casa inteira.

Fonte: Diário Espírita – Chico Xavier dia a dia
Fonte da imagem: Internet Google

segunda-feira, 23 de março de 2015

Pensamento do dia:


 
O verbo amar vem do latim "amo", que é uma contração de "a me o": "saio de mim". Amar é sair de si, doar-se ao próximo."

(Padre Alta)
 
Fonte da imagem: Internet Google

O que damos é o que recebemos...

 
"Vossa vida é aquilo que façais; o mundo não vos devolve mais do que aquilo que lhe damos."
 
Nada mais certo; não colhemos mais que aquilo que demos e que má semeadura fizemos, nós, os terrenos! A maioria dos habitantes da Terra não recolhe mais que agudos espinhos. Ler os jornais entristece, angustia,fatiga, porque não passa um só dia que não se leia a descrição de horrorosos naufrágios, choques de trens, pontes que afundam, terremotos devastadores, erupções vulcânicas que arrasam cidades florescentes, violentos incêndios que destroem povoações inteiras, explosões de minas onde ficam sepultados centenas de mineiros.

É tristíssimo pensar no modo que se vive na Terra, porque os que não são vítimas de espantosas hecatombes, os que parecem viver com relativa tranquilidade, se alguém penetra em seus lares, se se levanta uma ponta do véu que cobre sua vida íntima, que tristes quadros se contempla! Famílias compostas de inimigos irreconciliáveis ensaiam amizade e tolerância mútua; procuram dominar suas inexplicáveis antipatias, suas misteriosas aversões, mas nem sempre conseguem; por qualquer coisa, uma chispa do ódio mal apagado pega fogo e as rixas, as invejas, a diferença de temperamento, se incendeiam como um monte de palha e se desenrolam essas tragédias nas quais se reproduz a eterna história de Caim e Abel.
E, se não se chega a tão triste final, vive-se morrendo sob a tirania de um pai déspota, de uma mãe tirana, de um irmão egoísta, sendo que os abusos de uns e de outros é moeda corrente no grande mercado da vida. E isto é viver? Não! Isto é pagar olho por olho e dente por dente, é beber continuamente o fel e o vinagre que, segundo a tradição, deram a Cristo; é receber ferida sobre ferida, causadas por implacáveis desenganos; e, se a isto se reduzisse a vida, seria melhor não ter nascido.

"Dizes bem, (me diz um Espírito), se não houvesse outro cenário para representar o eterno drama da vida que a Terra que habitas. Deus seria a injustiça personificada e o último réptil da Terra seria mais feliz que o rei da Criação (vulgo homem), porque este está sujeito a inumeráveis calamidades, começando por enfermidades incuráveis, por moléstias que conduzem ao desespero, como as guerras, a paralisia, a falta de membros mais necessários como são os braços, as mãos, as pernas e os pés, a língua, o ouvido e o entendimento."

"O homem sofre tão variados e multiplicados tormentos que, se tivesse em sua vida um passado, e não esperasse um amanhã, teria que renegar haver nascido; mas afortunadamente, na noite do tempo, sem poder precisar a data fixa, o homem viu-se como o rei das selvas, contemplou o céu e sentiu brotar de seu pensamento a chama intangível do desejo; contemplou seu corpo nu e experimentou a imperiosa necessidade de cobrir sua nudez; viu-se forte e empregou sua fortaeza em adquirir o indispensável para satisfazer às mais prementes necessidades da vida, e foi conquistando palmo a palmo, o terreno suficiente para levantar suas tendas e rodear-se de submissos servidores, de famílias que satisfizeram sua sede de reprodução e, com o transcurso dos séculos, os patriarcas centenários deixaram a Terra e voltaram novamente povoá-la, já não se contentando em viver entre as asperezas do bosque e a fragrância das montanhas; levantaram cidades e pediram aos magos e adivinhos os segredos de sua ciência para destruir as trevas da noite."

"Compreenderam que a divisa da Natureza, como disse um de nossos pensadores, é 'Trabalha ou morre'." "Deixando de trabalhar, morrereis moral, intelectual e fisicamente, e a morte sempre foi repelida por homens que souberam ter lucidez em seu entendimento; somente se suicidam desequilibrados; a completa destruição só a procuram os não compreendem o imenso valor da vida. Por isso, o trabalhoo foi, é e será a lei eterna, pela qual os homens se regerão eternamente; e os atuais povoadores da Terra, todos têm história, todos viveram ontem e viverão amanhã; todos alharam para criar um meio de vida, empregando sua inteligência e suas paixões, seus vícios e suas virtudes, semeando a semente que melhor lhes pareceu e as circunstâncias lhes proporcionaram, pois, muitas vezes, um passo dado em falso faz resvalar e cair."

"Como o vício é tão descendente, o homem desce por ele, sem poder deter-se, conhecendo às vezes todo o erro que encerram as quedas, ou seja, as reincidências do delito, e o espírito até chega a acostumar-se à perversidade, deixando-se arrastar pelo que chama fatalidade, que outra coisa não é que o costume de mal proceder. Todo vício, adquirido é um ébrio insaciável, muito mais que vossos costumes e vossas mal chamadas leis, torna pequena a órbita na qual giram vossos criminosos, todas as portas se fecham e só se lhes abrem os braços os antros do vício, da degradação mais humilhante."

"Sempre leio em teu pensamento esta eterna pergunta: -Por que Deus, que tudo pode, não detém o homem na beira do abismo e lhe diz: — "Levanta-te, assim quero. . ."; e eu respondo: — Qual o mérito que teria então a regeneração do homem? Nenhum, absolutamente nenhum; suas lutas não teriam a menor importância, porque não lhes teriam servido de escarmento; tanto valor teria ser um santo ou um réprobo se, no final da jornada. Deus lhe dissesse:
— "Entra no meu reino porque assim quer a minha vontade". "O homem foi criado para escalar todas as alturas, para afrontar todos os perigos, para descobrir todos os mistérios que os mundos guardam, para conhecer todas as propriedades da matéria, para fazer uso de toda força que dispõe a Natureza, para ser sábio, para ser bom. E, para chegar a possuir a virtude e a ciência, é necessário que o homem saiba por si mesmo o que doem as feridas do corpo e as feridas da alma, e a humilhação que a ignorância leva em si, a crueldade, a persistência no crime. Sem a dor da queda não se pode apreciar o prazer superior à baixeza e às misérias humanas."

"A obra de Deus é perfeita, mas a perfeição é obra de titãs e, para aperfeiçoar-se, o espírito necessita da luta incessante dos séculos. Aquilo que chamais desastres, calamidades, hecatombes, acontecimentos horrorosos, sabeis para que servem? Para sanear a atmosfera de vosso mundo, para livrar a Humanidade de monstros insaciáveis, para separar de vós muitos cains, dispostos a continuar sacrificando seus irmãos; quando tenhais notícia que desapareceu uma cidade, aniquilada pelo fogo ou pela fúria de um furacão ou por estremecimentos geológicos, não acrediteis que Deus é injusto arrebatando de seu lar tanto centenário quanto o pequenino dependente do seio de sua mãe. O envoltório material não marca o adiantamento do espírito; é sua história passada, sua aspiração presente, a que manifesta sua inferioridade ou sua elevação."

"Não é caprichosa casualidade que devasta um povo, mas a de compensação que se cumpre. Os cruéis conquistadores, que gozaram destruindo cidades onde se abrigavam os vencidos, têm que sofrer a dor que fizeram sofrer a outros, têm que despertar aterrorizados e aturdidos, têm que vagar sobre as fumegantes ruínas de seus lares sem saber porque, em menos de um segundo, perderam tudo quanto possuíam.
Nas leis eternas tudo é justo, não se conhece a impressão nem o esquecimento, tudo chega a seu tempo, ninguém recolhe um átomo que não lhe pertença, ninguém ocupa mais lugar do que aquele que por justiça lhe corresponde e, por muito que passeis, não vos acabrunhará seu peso porque o espírito, tem um depósito de forças para resistir a tudo o que por justiça lhe corresponde. Se assim não fosse. Deus seria injusto e sua justiça alteraria a marcha dos mundos, pois criaria obstáculos que fariam saltar de suas órbitas os imensos mundos que levam em seu seio outras humanidades."

"Recebemos o que damos; esta é a lei, não existem subterfúgios, nem indulgências em nenhuma religião, e nem filosofias que alterem a ordem do que está criado. Com a obra divina tudo é imutável, as minas do infinito sempre têm seus poços abertos para por elas descerem as humanidades e saquearem o metal precioso do progresso e da verdade. Sede bons mineiros, buscai nas montanhas da Terra os débeis e os vencidos, dai-lhes o que lhes falta, luz para a alma e pão para corpo, que os cegos e os esfomeados são os cains da hunidade."
"Adeus."

Esta comunicação a quantas considerações se presta! Quantas verdades! Desconsoladoras verdades, amargas, mas verdades inegáveis, e isto é o que se deve buscar nas comunicações dos espíritos: a verdade sem véu, o ensino racional, o conselho leal para inclinar-nos à prática da virtude, a certeza de que, sem a melhoria individual, os povos nunca serão livres, nem progredirão, nem se engradecerão, nem conseguirão gravar seu nome na história pátria, figurando como heróis, como redentores, como inspirados marinheiros levando as naves a seguro porto. Benditas sejam as comunicações com os Espíritos! Elas nos guiam, elas nos alentam, elas nos fazem conhecer a grandeza e a justiça de Deus.
 
Amália D. Soler
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domingo, 22 de março de 2015

Caridade Semanal



 
Pelo menos uma vez por semana, envolve-te com os teus familiares em alguma tarefa assistencial.


A bondade se ensina através do exemplo.


A necessidade alheia, vista de perto, nos faz melhor enxergarmos os recursos com que temos sido abençoados.


Se não te é possível um compromisso cotidiano com a caridade, consagra a ela alguns minutos do tempo que te sobra em cada final de semana.

 
Com pouco mais de quinze minutos, visitarás o doente no hospital ou irás à periferia para levares o teu farnel de generosidade.

 
A tua ação no bem, por menor que seja, atrairá vibrações positivas para a tua vida.

 
Não consintas que o teu reduto doméstico se transforme em fortaleza de egoísmo.

 
Não vivas entrincheirado na indiferença e no comodismo.

 
Se os teus familiares percebem que te importas com os outros, haverão de escutar-te com maior atenção, sem duvidarem do que dizes.

 
Um minuto de caridade é fonte de incontáveis alegrias.

Carlos A. pelo Espírito Irmão José. Do livro Teu Lar
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